• Casamento ao ar livre de Fernanda e Bruno

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O pedido de casamento

Estava pronta para começar a escrever sobre o noivado, quando meu futuro genro (já voltaram de Sampa!) resolveu me dar detalhes sobre o dia. Sentou no computador e começou a escrever. Achei tão fofinho ele ter essa iniciativa que resolvi postar exatamente o que ele escreveu. Eis as palavras dele:
“Dia do pedido de casamento: 11 de Dezembro de 2008
Meu plano se resumia em pedir sua mão em um lugar romântico ao ar livre e em seguida, jantar em um restaurante acompanhado de uma vista maravilhosa. Mas nem tudo sai como planejamos. De acordo com o “escopo do meu projeto”, tive que arrumar algum esquema para ter o tempo livre da futura noiva para que o meu plano desse certo.
No dia 8 de Dezembro, segunda-feira, liguei para o trabalho da Paula pedindo para conversar com a sua chefe. À princípio, a secretária não queria passar a ligação nem por um decreto, então tive que me identificar como o namorado da professora (ela dá aulas de inglês para empresários) e dizer sobre que o assunto que gostaria de tratar com a coordenadora, seria: pedir a mão da professora Paula em casamento. Depois de perceber um suspiro seguido de um tom de voz mais suave, a secretária me transferiu sem mais demora.
Assim que fui transferido, fiquei uns 5 minutos ouvindo aquelas musiquinhas de elevador, mais parecendo um tom polifônico de celular star-tak, esperando ansiosamente para ser atendido, sem agüentar mais. Uma vez atendido, percebi que além de mim e da coordenadora, nós não éramos os únicos nessa conversa. Então, me identifiquei à coordenadora (e aos outros ocultos ouvintes) que gostaria de pedir a mão da professora Paula em casamento de surpresa, e precisaria da ajuda do curso para que cancelassem a última aula de quinta-feira (11 de dezembro), sem que contasse para ela, para que eu pudesse então seguir com os meus planos mirabolantes.
Depois de ouvir mais de um “clarooo!!”(???) agradeci e esperei um telefonema da Paula me contando que uma de suas aulas tinha sido cancelada. Ela nem desconfiou! Sendo assim, fiz uma reserva para jantar nada mais e nada menos em um dos melhores hotéis (se não o melhor!!) da cidade do Rio de Janeiro, incluindo uma vista espetacular da Praia de Copacabana e regado de opções deliciosas em seu cardápio. Pedi que providenciassem um buquê de rosas para recepcionar minha futura noiva, assim que aparecêssemos no horário marcado da reserva.
Bem, como disse anteriormente, nem tudo sai como planejamos, é preciso pensar sempre em soluções alternativas ou ser regado de muita fé em Deus para que ele possa operar milagres em momentos como esse!!
Assim que passei no apartamento da Paulinha, à noite, para sairmos para “namorar”, a levei para a Lagoa Rodrigo de Freitas para passearmos às margens da árvore de Natal, posta sobre as águas da Lagoa. Mas, quando chegamos ao local, às 21 horas, com o clima de feriado e férias escolares, havia pessoas para todos os lados. Crianças e adultos lotando o calçadão e os quiosques, com cheiro de quibe para tudo que era lado (enfim, o ambiente perfeito para pedir alguém em casamento!) Comecei a sentir uma frustração em ver meus planos irem por água abaixo, pois era diante da árvore que eu queria fazer o pedido.
Contudo, como um bom projetista, tendo previamente elaborado uma solução alternativa, fomos para nossa reserva no restaurante Atlantis, no Hotel Sofitel de Copacabana, onde lá seria o palco do início da nossa nova vida.
Quando chegamos, fomos recepcionados e dirigidos à melhor mesa que fica na parte externa, de frente para a praia de Copacabana ao lado da piscina e da árvore de Natal do hotel.
Às 22:30h, a convidei para ir ao parapeito da varanda para ver a vista da Praia de Copacabana (que ela tanto ama!). Segurei suas mãos ao meu peito e expressei meus sentimentos dizendo o quanto ela tem sido uma benção na minha vida e o quanto sou grato a Deus pela sua. O quanto ela é importante e representa pra mim e que a amo e o meu desejo de passar o resto da minha vida ao seu lado e de fazê-la muito feliz. Em seguida, ajoelhei-me diante dela, de Deus e da linda vista da Praia de Copacabana e pedi sua mão em casamento. Ela disse sim o/, e voltamos para nossa mesa onde ela foi recebida com flores.
Após isso, oramos juntos ali mesmo e agradecemos ao Senhor pela Sua vontade e entregamos o nosso compromisso e vida nas mãos dEle”.
Obrigada, genrinho! Eu não seria capaz de relatar tão importante dia com tanta riqueza de detalhes e emoção.
E para quem quer fazer uma surpresinha para a esposa/marido, noiva(o) ou namorada(o), aí vai o endereço do hotel, ótima opção também para a noite de núpcias:
HOTEL SOFITEL
Av. Atlântica, 4240 – Copacabana – RJ
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Como tudo começou

Para quem ainda não sabe, fiz esse blog logo depois que soube que a minha filha mais nova iria casar, com o objetivo de desestressar um pouco dos preparativos; trocar ideias, dicas e sugestões com outras mães e/ou noivas, além de ter um local em que eu pudesse escrever tudo que me passasse pela cabeça – uma espécie de catarse virtual.
Desde sua criação já se passaram 13 dias. Já??? Parece que foi ontem… E desde então, tenho escrito diariamente sobre temas variados, quase sempre ligados ao tema principal – CASAMENTO! Isso tem sido muito bom para mim e espero também que de alguma forma possa estar ajudando a outras pessoas.
Hoje de manhã, estava pensando sobre o que escrever no blog, quando de repente me veio a cabeça como tudo começou:
Há alguns anos atrás, minha filha frequentava uma igreja, a mesma que o seu agora noivo. Eles se esbarravam de vez em quando e trocavam somente cumprimentos cordiais. A minha filha inclusive, em uma ocasião, foi a uma reunião na casa dele, levada por amigos.
Passado alguns anos, mais precisamente no início de novembro de 2007, minha filha foi a um casamento de amigos em comum e assim que se viram começaram a engatar uma conversa animada por toda noite. Parece que só nesse dia é que eles realmente se enxergaram e a história deles começou.
Minha filha chegou em casa toda empolgada, falando que havia reencontrado um amigo da igreja que há muito não via. Seus olhinhos brilhavam… e eu, que até então, nunca havia ouvido falar dele, a partir daí não parei mais de escutar seu nome.
No sábado seguinte, seria meu aniversário de 50 anos (ui! meio século). A minha família (marido, pais, filhas e genro) estavam planejando dar uma festa para mim. E justamente neste dia, ele ligou para minha filha, convidando-a para sair. Mas, como era meu aniversário, ela não teve escolha e o convidou para ir à festa. Qual não foi a minha surpresa ao saber que ele fazia aniversário no mesmo dia que eu!
Assim que ele chegou, tive uma boa impressão dele: alto, simpático, comunicativo e gentil e todos da família tiveram a mesma opinião sobre ele.
Alguns dias depois, já estavam namorando…
Aguardem o proximo capítulo, pois amanhã falarei sobre o noivado deles. Não percam! rsrsrs
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Mudança para SP

No post de ontem, mencionei que as minhas filhas e genros tinham ido para SP, mas não disse o porquê. Acho que não disse, pois ainda estava digerindo a última novidade: é quase certo que a minha filha deverá se mudar, logo após o casamento. A firma, onde o noivo trabalha, está fechando a filial do Rio e todos os funcionários deverão ser transferidos para lá, até o final do ano. E como a firma é inglesa, a hipótese de eles irem para SP é bem melhor do que a de terem que ir para Inglaterra (pelo menos em questão da distância.). Ufa!
Bom, eles aproveitaram o feriado para passear uma pouco e também sondar o preço dos aluguéis de um apartamento de um ou dois quartos, próximo ao trabalho do Daniel, o noivo. Isso é necessário, posto que, se continuassem a morar aqui no Rio, eles já teriam onde morar e esse problema já estaria resolvido. Questões de orçamento!Eu sempre soube que nós, mães, criamos os filhos para a vida e que eles são uma espécie de empréstimo que Deus faz para a gente, mas mesmo assim é sempre difícil conviver com a distância dos filhos, embora não tão longa…

Imagino agora, o que os meus pais sentiram (eu sou filha ÚNICA!), quando comuniquei a eles que estavámos – eu, meu marido e as netas – mudando para Porto Velho – Rondônia. Na época, meu ex-marido, tinha uma firma de construção e estava indo se aventurar por lá. Fomos todos de carro, puxando um trailler. Isso há mais de 22 anos atrás!

Embora o meu coração esteja triste, o que importa realmente é a felicidade deles, estejam onde estiverem. E eu sempre serei a primeira a torcer por eles. Amo vocês e sejam felizes! E lembrem-se:

“A felicidade é uma viagem, não um destino”.
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