No post de ontem, mencionei que as minhas filhas e genros tinham ido para SP, mas não disse o porquê. Acho que não disse, pois ainda estava digerindo a última novidade: é quase certo que a minha filha deverá se mudar, logo após o casamento. A firma, onde o noivo trabalha, está fechando a filial do Rio e todos os funcionários deverão ser transferidos para lá, até o final do ano. E como a firma é inglesa, a hipótese de eles irem para SP é bem melhor do que a de terem que ir para Inglaterra (pelo menos em questão da distância.). Ufa!
Bom, eles aproveitaram o feriado para passear uma pouco e também sondar o preço dos aluguéis de um apartamento de um ou dois quartos, próximo ao trabalho do Daniel, o noivo. Isso é necessário, posto que, se continuassem a morar aqui no Rio, eles já teriam onde morar e esse problema já estaria resolvido. Questões de orçamento!Eu sempre soube que nós, mães, criamos os filhos para a vida e que eles são uma espécie de empréstimo que Deus faz para a gente, mas mesmo assim é sempre difícil conviver com a distância dos filhos, embora não tão longa…

Imagino agora, o que os meus pais sentiram (eu sou filha ÚNICA!), quando comuniquei a eles que estavámos – eu, meu marido e as netas – mudando para Porto Velho – Rondônia. Na época, meu ex-marido, tinha uma firma de construção e estava indo se aventurar por lá. Fomos todos de carro, puxando um trailler. Isso há mais de 22 anos atrás!

Embora o meu coração esteja triste, o que importa realmente é a felicidade deles, estejam onde estiverem. E eu sempre serei a primeira a torcer por eles. Amo vocês e sejam felizes! E lembrem-se:

“A felicidade é uma viagem, não um destino”.