Não sei vocês sabem, mas eu já casei duas vezes. Calma, meninas… As duas com o mesmo noivo, o Wagner!
E o mais legal é que o segundo foi um mini-wedding surpresa! Pois é, a tolinha aqui só ficou sabendo na hora em que abriram as portas da capela e me “tascaram” umas flores na cabeça…
Era nosso aniversário de um ano de casados. Estávamos no Hotel Le Canton, em Teresópolis, e o dia estava lindíssimo! Tínhamos ido passar o fim-de-semana lá, para comemorarmos nossa data especial. Eu estava bem feliz e saltitante, mas nem poderia suspeitar o que o Wagner estava tramando. Ele com suas cúmplices, D. Tânia e Srta. Paulinha, acobertando tudo!
A noiva, passeando pelo hotel, sem idéia do que estava por vir!

 

Um dia antes: “Querido, olha que capelinha mais fofa! Já pensou comemorarmos bodas aqui algum dia?
Deixa eu, pelo menos, tirar uma fotinha…!”
Na semana anterior, eu tinha ido com a minha mãe ao shoppíng e ela, gentilmente, me aconselhou a comprar um vestidinho novo para meu aniversário de casamento… Provei um, provei dois, mas ela não aprovava nenhum. Estranhamente, o único de que ela gostou foi um vestido branquinho, simples, mas branco… “Esse, sim, tá perfeito!”, disse ela com um sorrisinho, que só me pareceu suspeito mais tarde, depois quando eu juntei todas as peças do quebra-cabeças.
Nem o clima mais ameno da serra temperava o sol forte de dezembro. Coloquei o tal vestidinho, me arrumando para o almoço romântico que o Wagner tinha me prometido. Mas, meu marido tinha pedido a um funcionário do hotel que batesse à porta do nosso chalé, representando uma tragédia. O pobre
moço, desesperado, veio pedir socorro, pois um homem ao visitar a capela do hotel, tinha caído duro (de emoção, aparentemente…). E só eu, como médica, poderia socorrê-lo, já que não havia mais ninguém habilitado para isso, por lá! O homem desembestou numa corrida e eu corri atrás, sem nem pensar! Meus saltos iam prendendo na grama, mas lá estava eu, firme e forte; crédula e inocente!
Quando se abriram as portas da capelinha, pude ver o pastor que havia celebrado nosso casamento, minha familia, a família do Wagner e nossos padrinhos. Fiquei perplexa, emocionada, encantada… Nosso casamento, um ano antes, tinha sido à noite, bem tradicional, para um montão de gente… Esse, initimista, recluso, de dia, no campo, numa capelinha, com poucas firulas, mas muito sentimento… Não precisava me preocupar com maquiagem (aliás nem tinha tido tempo de me maquiar), pude chorar tudo o que eu quis! Me acabei!
“Ah, querida, não chora, não… A próxima vez eu te aviso para você poder fazer, pelo menos, uma escovinha antes…”
Algumas madrinhas queridas: Ellen e Grace,
minha grande amiga nigeriana!
Olha lá, a mamãe, com carinha de quem tá pensando: “Que lindo…!”
Renovação de votos e cerimônia das velas
Eu não falei que eu “me acabei”…

 

D. Tânia estava “um pouco” feliz, né?
O Wagner “se querendo” no meio da mulherada! Nós com Momô e minha made-of-honor, minha irmã e melhor amiga, Paulinha (após ter enfrentado mais de 10 horas de viagem, veio direto só para cantar no meu mini-wedding!  Só ela… Looosho puro!)
Gente, desculpem, tanta brancura “explodiu” na foto, hehehe!

 

O povo entrando na “farofa”, no restaurante do hotel, rsrsrs!

 

Olha, o Wagner até que se saiu muito bem organizando um mini-wedding, viu? Foi tudo simples e simplesmente, um sonho! Fica a dica aqui para os noivinhos de plantão!
Um casamento simplesmente perfeito também para vocês!
Créditos das fotos: primo, avô, padrinho, e quem mais pegou na câmera!
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