Recebi, no final da semana passada, um e-mail da noivinha Caroline, cujo noivo é filho de um francês com uma brasileira. Ela gostaria de realizar a cerimônia de seu casamento, segundo às tradições francesas, e para isso pediu a minha ajuda.
Bem, confesso que, embora já tenha ido à França, não tive a oportunidade de assistir a nenhum casamento in loco e a única coisa que sei a respeito, fora os macarons, é claro, é o tipo de bolo que é oferecido, nesta ocasião, aos convidados: o tradicional coquenbouche.

Trata-se de uma iguaria da pâtisserie francesa, montada com profiteroles recheados de creme, caramelizados e dispostos em formato de cone. O seu nome provém da expressão francesa croque en bouche, que significa “crocante na boca”.

Exuberante, essa peça é muitas vezes decorada com flores, laços, fiadas de açúcar, chocolates, dragées (confeitos de amêndoas envoltos em açúcar colorido) e marzipã.


Diferentemente do Brasil, onde o bolo fica exposto desde o começo, o croquenbouche chega para surpreender os convidados, após a entrada dos noivos na festa.


Mas esta delícia não fica só restrita a casamentos. Ela também é oferecida em batizados e em Primeira Comunhões. E pelo seu formato similar a de uma árvore, quem sabe também não surge em algumas mesas natalinas?

Se alguém se animar e fizer a sua própria “Árvore de Natal de profiteroles”, não esqueça de mandar uma foto para gente, tá?

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